Predador à espreita
É noite lá fora, mas para ela não existe tal distinção. Não importa o horário do dia, é sempre horário de dormir e de matar. Existe um mal vivendo nas ruas e é seu dever livrar-se dele. A tarefa é árdua. o inimigo se reproduz como coelhos, para cada um eliminado quinze novas pragas nascem. Por isso ela tenta sempre matar matriarcas, e assim evitar que sua prole se propague. Muitos tentam erradicar com esse problema, mas poucos conseguem efetivamente, ela é a mais apta. Com o sua visão apurada ela espreita de um lugar mais alto. A presa corre pelo chão, não sabe o que lhe espera. Não importa o quão rápido o inimigo possa ser, ele não é páreo. Basta um salto e tudo está acabado. Ao ver o movimento dela por cima de si a presa desiste, não há o que fazer, a morte lhe espera. Tudo o que lhe resta é torcer para que seja rápido, pois limpo não será. Depois de ter matado, ela exibe o corpo sem vida como um troféu. Hoje o jantar será carne, carne do inimigo, carne de rato.